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Academia de Empreendedorismo

Academia de Empreendedorismo

Domine a criação de startups inovadoras, desde a Proposta de Valor ao Pitch, com professores da Universidade NOVA de Lisboa.
2 Alunos
43 Palestras

O que você aprenderá?

Ep. 1.01: O Processo do Empreendedorismo e Alguns Mitos
Ep. 1.02: Que problema queremos resolver e quais os obstáculos mais comuns?
Ep. 1.03: Por que precisas de uma equipa para empreender e por onde deves começar?
Ep. 1.04: Como criar uma dinâmica na equipa que promove a inovação?

Sobre este curso

Sobre este curso

Academia de Empreendedorismo - Universidade NOVA de Lisboa

Cód. ACEMP


Duração Esforço TotalRitmoIdiomas
30 horas30 horasAo ritmo do estudantePortuguês


Organização: Universidade NOVA de Lisboa Créditos: Curso Gratuito Certificação: Certificado de Conclusão (após 75% de aproveitamento) Crédito Acadêmico (ECTS): 1 ECTS (pode ser usado para complementação do ensino superior, sujeito a aprovação)


O Curso que Transforma Ideias em Projetos de Sucesso


Bem-vindo à Academia de Empreendedorismo, oferecida pela prestigiada Universidade NOVA de Lisboa!

Este curso gratuito e aberto a tod@s destina-se a dotar-lhe das competências essenciais de gestão e inovação para desenvolver e lançar o seu próprio projeto de raiz.


O Que Vai Aprender


Fundamentos do Empreendedorismo: Perceber o conceito central e a importância da equipa como pilar do sucesso de qualquer iniciativa.

Estratégia de Marketing: Conhecer os princípios básicos para posicionar o seu projeto no mercado.

Desenvolvimento de Produto: Compreender a Proposta de Valor, o conceito de Produto Mínimo Viável (MVP) e a metodologia Lean Startup para lançamentos eficientes.

Finanças e Sustentabilidade: Fazer um Plano de Negócios e entender a importância da gestão financeira nos primeiros anos, aprendendo a identificar fontes de financiamento.

Aspectos Legais: Conhecer os princípios legais básicos para a constituição de uma empresa e a proteção da Propriedade Intelectual.

Comunicação de Impacto: Saber como fazer um pitch adequado para cada audiência, seja para investidores, parceiros ou clientes.


Descrição do Curso


O espírito empreendedor é o motor da inovação e criatividade de que o mundo precisa. Inventores, criadores e empreendedores estão a impulsionar as mudanças essenciais para um futuro mais sustentável e produtivo.

Com a Academia de Empreendedorismo, os melhores professores de diferentes Faculdades da NOVA (como NOVA SBE, NOVA FCSH, etc.) partilham os conceitos básicos de empreendedorismo, complementados com exemplos práticos e insights de fundadores de startups.

Este é o seu ponto de partida para adquirir conhecimento rigoroso, ético e aplicável, diretamente da Universidade NOVA de Lisboa.


Formato e Avaliação


O curso está estruturado em 6 Módulos, num total de 18 aulas em vídeo (com duração de 5 a 10 minutos cada).


Conteúdo Complementar: Cada aula é complementada com referências bibliográficas para aprofundamento e um breve questionário de validação.

Interação: Um fórum está disponível para interagir com outros participantes.

Avaliação: É feita através de questionários de avaliação no final de cada aula.

Certificação: Conclusão com pelo menos 75% de aproveitamento garante um certificado de conclusão da Academia Sokote.


Opções de Aprofundamento: Após a conclusão, pode ainda candidatar-se a um programa presencial de apoio multidisciplinar e mentoria com peritos da NOVA, caso queira desenvolver um projeto individual ou empresarial.


Plano de Curso (Módulos e Instrutores)



Módulo Tema Instrutores
Módulo 1O processo de empreendedorismo e equipas de alto desempenhoProf. Pedro Neves (NOVA SBE) e Profª Susana Carvalho e Silva (NOVA FCSH)
Módulo 2Princípios de MarketingProf. António Marinho Torres (NOVA SBE)
Módulo 3Proposta de Valor e Produto Mínimo Viável (MVP)Prof. Rogério Puga-Leal (NOVA SST)
Módulo 4Plano de negócios e FinanciamentoProf. Paulo Soares de Pinho (NOVA SBE)
Módulo 5Aspetos Jurídicos & Propriedade IntelectualSérgio Henriques (NOVA SSL)
Módulo 6Pitch: Comunicação e ApresentaçãoAna Sofia Esteves (NOVA SST)


Licença e Atribuição

Este conteúdo é disponibilizado pela Universidade NOVA de Lisboa sob a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações.


Requisitos

Visualização Completa dos Episódios: Assistir a todos os episódios do módulo (1.01 a 1.04) na íntegra.
Acesso aos Materiais Complementares: Ler e consultar os Materiais de Aprendizagem recomendados para cada episódio, especialmente os templates e guias.
Requisitos

Empresas confiáveis

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Logotipos de empresas

Perguntas frequentes

Verifique as perguntas frequentes sobre este curso.

O que realmente motiva alguém a ser empreendedor?
As motivações são diversas, mas as principais incluem o desejo de controlar o próprio destino (autonomia), a recompensa da criação (ver a ideia tomar forma), a busca por propósito (resolver problemas e contribuir para a sociedade) e a valorização pessoal das suas competências.
Os empreendedores de sucesso são "visionários" que conseguem prever o futuro?
Não. Este é um mito. Os empreendedores não têm uma capacidade especial para prever o futuro. Em vez disso, eles focam-se em criar e encontrar oportunidades a partir de necessidades prementes, concentrando-se nos aspetos controláveis do ambiente de negócios e adaptando-se às tendências atuais.
O medo de falhar deve impedir-me de começar o meu projeto?
Absolutamente não. O medo do fracasso é um obstáculo comum. No entanto, o fracasso é visto no ecossistema de investimento de risco como uma oportunidade de aprendizagem fundamental. Fazer erros faz parte do processo e ajuda a identificar o que não deve ser repetido nas rondas seguintes.
Como posso saber se a minha ideia é boa e que problema estou realmente a resolver?
Uma ideia é boa quando resolve uma dor (pain) específica para um cliente específico. Deve ir além de fazer "o mesmo, mas melhor" e definir uma Proposta de Valor clara. Se não tem uma "boa ideia", o conselho é explorar os seus hobbies ou frustrações diárias – as ideias surgem de necessidades não satisfeitas.
O que é a Proposta de Valor e como a defino?
A Proposta de Valor é o valor único que o seu produto ou serviço acrescenta à vida do cliente. Deve especificar como irá resolver um problema particular, diferenciando-se claramente das soluções já existentes.
O que devo fazer se não tiver recursos ou financiamento inicial para começar?
Adote a estratégia "Do It Yourself". Não espere pelo momento ideal ou pelo financiamento perfeito. Comece com os meios que tem disponíveis (tempo, competências, rede de contactos). Utilize os famosos 3Fs (Family, Friends, and Fools) como primeiro ponto de apoio e procure financiamento quando a ideia começar a ganhar tração no mercado.
Por que preciso de uma equipa? Não posso ser um empreendedor individual (solo entrepreneur)?
A evidência empírica mostra que equipas de empreendedores têm maior probabilidade de sucesso, sustentabilidade e crescimento. A inovação é um desafio complexo que requer a complementaridade de competências e o esforço colaborativo.
Qual é a diferença entre uma "equipa" e um "pseudo-time"?
Um pseudo-time é um grupo de pessoas que partilha informações, mas divide tarefas para trabalhar isoladamente. Uma equipa distingue-se por três requisitos essenciais: Objetivos Comuns Partilhados (Missão). Membros Interdependentes que trabalham colaborativamente. Processo regular de Aprendizagem Coletiva (revisão de progresso).
O que é Segurança Psicológica e porque é tão importante para a inovação?
Segurança Psicológica é a sensação de ser-se quem realmente se é, podendo partilhar ideias, admitir erros e fazer perguntas sem medo de ser criticado, julgado ou humilhado. É o fator mais determinante para o sucesso das equipas de alto desempenho, pois promove a humildade, a curiosidade e a experimentação (assumir riscos e aprender rápido), que são os motores da inovação.
Universidade NOVA de Lisboa: Excelência, Compromisso e Serviço à Sociedade A Universidade NOVA de Lisboa é uma das principais instituições de ensino superior de Portugal, com uma missão clara de servir a sociedade a nível local, regional e global, através do avanço e da disseminação do conhecimento. Enquanto instituição pública, a NOVA assenta a sua atuação em pilares de excelência e responsabilidade social, sendo um parceiro fundamental no desenvolvimento da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Nossa Missão no Ensino e na Investigação O ensino da NOVA é caracterizado por um perfil internacional e uma forte ênfase no desenvolvimento do espírito crítico, ...
Universidade NOVA de Lisboa
Visão Geral do Currículo

Este curso inclui: módulos de capítulos, lições de seções e horas de materiais.

Informações Adicionais sobre o Curso
2 Peças | 0:01 Horas
Bem vindos!
Grátis

Domine a criação de startups, do Lean Startup à gestão financeira, marketing e pitch com a excelência da Universidade NOVA.

Duração do estudo 1 Minutos
Anexos 0
Apresentação do Curso
Grátis

Apresentação do Curso: Empreendedorismo na Universidade NOVA



Este curso oferece uma imersão completa no ecossistema de inovação e criação de valor, integrando a sólida experiência académica e tecnológica da Universidade NOVA de Lisboa. O programa foi desenhado para capacitar alunos e profissionais a transformar ciência e tecnologia em soluções de mercado viáveis, fomentando o espírito empreendedor através de uma abordagem multidisciplinar.



Objetivos de Aprendizagem:



Fundamentação Estratégica: Compreender o conceito de empreendedorismo, a importância da paixão no projeto e o papel crítico de equipas multidisciplinares para o sucesso.



Validação de Mercado: Dominar os princípios de Marketing, Proposta de Valor e a metodologia Lean Startup através do desenvolvimento de MVPs (Minimum Viable Products).



Gestão e Planeamento: Elaborar Planos de Negócio robustos, com foco em gestão financeira inicial e estratégias de financiamento baseadas em credibilidade.



Enquadramento Legal: Navegar pelos princípios jurídicos de constituição de empresas e proteção de Propriedade Intelectual.



Comunicação de Alto Impacto: Desenvolver técnicas de Pitch adaptadas a diferentes audiências e investidores.



Conceitos Centrais:



Inovação de base científica e tecnológica.



Metodologias ágeis (Lean Startup).



Criação de credibilidade para captação de recursos.



Transferência de conhecimento e spin-offs académicas.



Este percurso formativo beneficia de um ambiente favorável ao networking, apoiado por incubadoras e centros de inovação, preparando os participantes para os desafios reais do mercado global.

Volume -
Módulo 1: O processo do empreendedorismo e equipas de alto desempenho
9 Peças | 0:01 Horas
Introdução ao Módulo 1
Grátis

Explore a jornada empreendedora: da ideia à criação de valor sustentável. Aprenda a liderar e a formar equipas de alto desempenho essenciais para o sucesso.

Duração do estudo 1 Minutos
Anexos 0
Episódio 1.01: O Processo do Empreendedorismo e Alguns Mitos
Grátis

Este episódio introdutório estabelece o tom para a sua jornada, explorando o perfil do empreendedor moderno, os obstáculos mais comuns e o elemento crucial da paixão.



Por que Empreender? As Motivações do Empreendedor



Começamos por analisar o que impulsiona indivíduos a iniciarem o seu próprio negócio, destacando quatro forças principais:



Controlo do Destino: A profunda satisfação de ser o "seu próprio chefe", definir o fluxo de trabalho e ter autonomia completa sobre o projeto.



Recompensa da Criação: Ver as suas ideias e projetos tomarem forma e terem um impacto tangível.



Propósito e Significado: A possibilidade de contribuir para o mundo, ajudando a resolver problemas sociais ou de mercado que realmente importam (o lado do propósito).



Valorização Pessoal: Atingir o máximo potencial, aplicando as suas competências na prossecução de objetivos próprios, onde a valorização profissional é máxima.



Desmistificando 4 Mitos Comuns



Antes de discutir os desafios da implementação, é vital remover as barreiras mentais que muitas vezes impedem os futuros empreendedores de começar. O professor aborda e desmente quatro mitos poderosos:



Mito do Visionário: A ideia de que empreendedores são visionários com uma capacidade especial de prever o futuro. Na realidade, o sucesso surge da proatividade em encontrar e criar oportunidades a partir de necessidades prementes do mercado.



Mito do Risk Taker: A crença de que os empreendedores adoram o risco. Eles não assumem mais riscos; eles avaliam o risco de forma diferente, definindo uma margem aceitável para recomeçar.



Mito da Previsão do Futuro: Empreendedores não preveem o futuro, mas sim focam-se nos aspetos controláveis do ambiente. Eles entendem as tendências macroeconómicas, mas concentram-se no que podem fazer para capitalizar e aproveitar essas tendências.



Mito do Ser "Diferente": A noção de que empreendedores não são "como nós". A grande diferença reside no facto de terem decidido tentar e ultrapassar a barreira dos mitos.



Paixão e Adaptabilidade: Os Elementos Finais



O episódio termina com a discussão de dois aspetos fundamentais para a longevidade do projeto: Paixão e Adaptabilidade (Pivoting). A paixão é a força motriz que garante a resiliência e a credibilidade do projeto perante os clientes. A adaptabilidade é a capacidade de ajustar o produto ou serviço ao feedback constante do mercado.



O professor aconselha a trabalhar em projetos que o movam verdadeiramente, pois só assim poderá mover os seus futuros clientes. Este é um convite para refletir sobre a sua motivação e a sua capacidade de pivoting (adaptação).

Volume -
Avaliação Episódio 1.01: O processo do empreendedorismo e alguns mitos

Este questionário de múltipla escolha tem como objetivo avaliar a sua compreensão dos principais temas abordados na lição: as motivações para empreender, a desmistificação dos mitos comuns sobre empreendedores (como o "visionário" e o "risk taker") e a importância fundamental de equilibrar paixão e adaptabilidade no projeto.



Tópicos Chave Avaliados



Motivações Centrais do Empreendedorismo



Mitos Comuns vs. Realidade Empreendedora



Lógica de Avaliação de Risco



O Papel da Paixão e da Adaptabilidade (Pivoting) no Sucesso do Negócio



Foco em aspetos controláveis do ambiente de negócio

Questões 5
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/20
Nota total 20
Tentativas 0/3
Episódio 1.02: Que problema queremos resolver e quais os obstáculos mais comuns?
Grátis

Este segundo episódio move o foco da mentalidade empreendedora para a prática da execução, começando pela pergunta mais importante: Que problema estamos a resolver?



O Foco no Problema e a Validação da Solução



O ponto de partida é a paixão e a crença em algo que ainda não existe. A missão do empreendedor é convencer o mercado de que o seu produto ou serviço é essencial para resolver uma dor (pain) específica de um grupo de pessoas.



Para tal, o professor estrutura uma série de perguntas fundamentais para validar a solução encontrada:



Quem é o seu Cliente? É necessário ir além das categorias gerais e desenhar o perfil específico do cliente.



Qual é a sua Proposta de Valor? O que o seu produto ou serviço acrescenta de novo? A afirmação "fazemos o que outros fazem, mas melhor" é um sinal de que a Proposta de Valor ainda não está clara.



Quem precisa ao seu lado? A ideia do empreendedor solitário é um mito. Equipas tendem a ser mais sustentáveis e a crescer mais rápido. É vital encontrar as competências que complementam o seu conhecimento, e não apenas trabalhar com amigos.



O Produto/Serviço é Sustentável? A solução responde a uma necessidade de longo prazo ou é apenas uma "música de verão" (tendência de momento)?



Quais são os Unknown Unknowns? O grande desafio é antecipar os erros e dificuldades que nem sequer se sabia que existiam.



Os Três Maiores Obstáculos ao Processo Empreendedor



O episódio identifica e aborda os três grandes obstáculos que bloqueiam o processo antes mesmo de começar:



"Não tenho uma boa ideia": Este é o argumento mais falacioso. Boas ideias surgem constantemente ao focarmos nos hobbies, nas coisas que nos incomodam ou nos aspetos que podem ser melhorados. O segredo é a discussão e o trabalho contínuo sobre as ideias existentes.



Escassez de Recursos: Empreender ganha centralidade em tempos económicos difíceis, onde há menos dinheiro disponível. Em vez de esperar pelo financiamento ideal, a solução é o "Do It Yourself": inventar soluções, encontrar recursos na sua rede de contactos (os famosos Family, Friends, and Fools) e deixar que o financiamento venha à medida que a ideia ganha tração.



Medo do Fracasso: A sociedade envia sinais contraditórios sobre o risco. É fundamental entender que o erro faz parte do processo. Investidores de risco sabem que a maioria dos investimentos falhará e veem o fracasso como uma aprendizagem essencial para o sucesso nas rondas seguintes.



Notas Finais para a Ação



Para fechar, são deixadas cinco ideias fundamentais para avançar:



Comece com os Meios Disponíveis: Não espere pelo momento ideal.



Defina a Perda Aceitável: Defina a priori até onde está disposto a ir financeiramente, antes que a paixão o leve a investir incansavelmente numa ideia sem futuro.



Prepare-se para Imprevistos: O processo não seguirá o plano. Seja ágil e adaptável.



Crie uma Equipa Comprometida: Projetos com equipas a "várias velocidades" estão destinados ao fracasso. O compromisso total é vital.



Distinção entre Controlo e Incontrolável: Aceite fatores macroeconómicos (crises, pandemias) e foque-se em como adaptar-se e responder ao que está sob o seu controlo.

Volume -
Avaliação Episódio 1.02 : Que problema queremos resolver e quais os obstáculos mais comuns?

Este questionário de múltipla escolha tem como objetivo testar a sua capacidade de aplicação dos conceitos abordados no Episódio 1.02. Serão avaliados os seguintes pontos: a metodologia para a correta definição do perfil do cliente e da Proposta de Valor, os critérios essenciais para a formação de uma equipa de sucesso (complementaridade de competências) e as estratégias para superar os obstáculos mais comuns ao empreendedorismo (falta de ideias, escassez de recursos e medo do fracasso).

Questões 5
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/20
Nota total 20
Tentativas 0/3
Episódio 1.03: Por que precisas de uma equipa para empreender e por onde deves começar?
Grátis

Este episódio foca-se no capital humano essencial para a jornada empreendedora: a equipa. A ciência do empreendedorismo confirma que as equipas têm uma probabilidade significativamente maior de desenvolver soluções inovadoras e alcançar o sucesso a longo prazo do que os empreendedores individuais.



O Propósito da Equipa e a Diferença entre Equipa e Pseudo-Time



Uma equipa de sucesso começa com um propósito claro. O primeiro passo é ter clareza sobre:



A Missão: Porque estão juntos?



Os Stakeholders: A quem pretendem servir?



O Valor: Que valor pretendem criar?



O professor distingue entre um grupo de trabalho (onde as tarefas são divididas e executadas individualmente) e uma verdadeira equipa (que trabalha em interdependência e colaboração). Para que um grupo seja uma equipa, três fatores são indispensáveis:



Objetivos Comuns Partilhados (Missão).



Interdependência: Os membros trabalham em conjunto para atingir os objetivos.



Aprendizagem Coletiva: A equipa revê regularmente o progresso e aprende em conjunto.



As Dimensões da Equipa e a Responsabilidade Total



No funcionamento de uma equipa, duas dimensões devem ser avaliadas continuamente:



Individual: Cada membro deve questionar se está a aprender, feliz e a produzir resultados.



Coletiva: A equipa deve questionar-se se está coletivamente a aprender, feliz e a entregar resultados.



Citando o Professor David Clutterback, a equipa exige que todos os membros assumam a responsabilidade total pelo seu próprio desempenho, aprendizagem e bem-estar, bem como pelo desempenho, aprendizagem e bem-estar do coletivo.



4 Comportamentos que Promovem a Inovação e o Sucesso



Para que a inovação aconteça de forma contínua, a equipa deve cultivar quatro comportamentos essenciais:



Fazer-se Ouvir: Promover conversas honestas e implementar processos de feedback constante, incentivando a abertura ao erro.



Colaborar: Trabalhar de forma conjunta, mantendo o foco firme na missão e no propósito da equipa.



Experimentar (Try It Out): Não esperar acertar à primeira. A aprendizagem acontece on the fly, ajustando-se continuamente ao que emerge da experimentação.



Refletir: Dedicar tempo individual e coletivo para que os processos de aprendizagem e alinhamento ocorram de forma sistemática.



O desafio final é a consistência – manter e monitorizar estes comportamentos continuamente para garantir que a equipa se mantém como uma unidade coesa e de alto desempenho ao longo de toda a jornada empreendedora.



Recursos Complementares



Livro:



The five keys to a successful Google team



Ed Catmull (2012): "How Pixar Fosters Collective Creativity"



Manfred Kets de Vries (1999): "High Performing Teams: Lessons from the Pygmies"



Amy Edmondson: How to turn a group of strangers into a team

Volume -
Avaliação Episódio 1.03: Por que precisas de uma equipa para empreender e por onde deves começar?

Este questionário visa avaliar a sua compreensão sobre a importância da equipa no sucesso de projetos de inovação. Será testada a capacidade de distinguir uma equipa de um pseudo-time, os três pilares da colaboração (objetivos comuns, interdependência e aprendizagem coletiva), e conceitos avançados de liderança e dinâmica de grupo (como Liderança Distribuída), fundamentais para criar uma equipa de alto desempenho.

Questões 5
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/20
Nota total 20
Tentativas 0/3
Episódio 1.04: Como criar uma dinâmica na equipa que promove a inovação?
Grátis

Neste episódio, passamos da teoria do trabalho em equipa para a arte da aplicação prática. O objetivo é garantir que a equipa não seja apenas a "soma das partes", mas sim um motor de inovação capaz de criar valor de forma eficaz.



Desafios à Inovação Coletiva



O talento por si só não garante o sucesso. Existem fatores que interferem na capacidade da equipa de aproveitar o talento existente. O professor destaca dois fatores cruciais:



Diversidade de Perfis: A diversidade de perfis pessoais e comportamentais.



Diversidade de Pensamento: A diversidade de ideias, modelos mentais e crenças sobre a realidade.



A capacidade de gerir e lidar com estas duas diversidades é o que distingue uma equipa mediana de uma equipa de excelência.



A Mentalidade Certa para a Equipa



Para abordar esta diversidade com sucesso, é necessário adotar a mentalidade correta desde o início:



Mentalidade de Aprendizagem: Requer uma grande dose de humildade.



Atitude Colaborativa: Combinada com a curiosidade genuína de querer aprender com os outros, especialmente com aqueles que pensam de forma muito diferente.



Experimentação: Assumir riscos e aprender rapidamente (on the fly).



Os 5 Fatores de Sucesso das Equipas (Projeto Aristóteles da Google)



Com base num estudo de 2015 da Google, são identificados cinco fatores determinantes para o sucesso das equipas:



Segurança Psicológica (fator decisivo).



Interdependência: Os membros dependem uns dos outros para cumprir a missão.



Estrutura e Clareza de Papéis: Todos sabem exatamente o que têm de fazer.



Trabalho com Significado: O trabalho é relevante para cada membro.



Trabalho com Impacto: O trabalho gera impacto na sociedade.



A Segurança Psicológica: O Fator Decisivo



A Segurança Psicológica é o fator mais correlacionado com o sucesso e é fundamental para desbloquear os restantes. Este conceito representa a possibilidade de sermos nós próprios na equipa, sentindo-nos seguros para expressar o que pensamos, vemos e sentimos, sem medo de sermos criticados, julgados ou avaliados.



Para a fomentar, o professor sugere a adoção de princípios e práticas que criam um processo de reflexão produtivo (como os propostos por Nancy Klein):



Dar Espaço a Todas as Vozes: Garantir que todos são ouvidos.



Perguntar para Compreender: Aprofundar perspetivas diferentes.



Falar com Transparência: Falar a verdade, respeitando a diversidade.



Substituir o Julgamento pela Curiosidade.



Ouvir Profundamente: Falar apenas o que é necessário e relevante.



Falar por Si: Expressar o que se pensa, sente e vê.



Praticar Generosidade e Compaixão.



Em última análise, como refere Patrick Lencioni, o trabalho em equipa não exige grande insight intelectual ou táticas mestras; exige coragem e persistência para aplicar estes princípios continuamente.



Recursos Complementares



Livro:



Amy C. Edmondson (2012): "Teaming - How Organizations Learn, Innovate and Compete in the Knowledge Economy", book chapter 13.1: Teaming is the verb
Amy C. Edmondson (2014): Building a psychologically safe workplace. Nesta TedX talk, Amy Edmondson explica em detalhe em que consiste a segurança psicológica, porque é determinante para o sucesso da uma equipa e quais são os três passos para a promover.

Volume -
Avaliação Episódio 1.04: Como criar uma dinâmica na equipa que promove a inovação?

Avaliação: Dinâmica de Equipa e Inovação



Esta avaliação é um exercício de reflexão obrigatório que o desafia a aplicar os conceitos do episódio à sua realidade pessoal e profissional.



Os dois objetivos principais são:



Análise de Perfil: Utilizar o seu perfil psicológico (16personalities) para identificar os seus pontos fortes e fracos no contexto de trabalho em equipa, distinguindo o que o impulsiona (motor) e o que o limita (travão).



Definição de Segurança Psicológica: Refletir sobre o conceito fundamental de Segurança Psicológica, formulando a sua própria definição e ilustrando-a com um exemplo prático (pessoal ou hipotético).



O documento de reflexão criado deverá ser um recurso pessoal para revisão e melhoria contínua do seu desempenho em equipa.

Nota mínima 10
Nota total 20
Prazo final 365 Dias
Tentativas 3
Módulo 2 - Princípios de Marketing
9 Peças | 0:01 Horas
Introdução ao Módulo 2
Grátis

Este módulo foca no Marketing Estratégico para novos negócios, indo além dos fundamentos de vendas para capacitar os participantes a construir e comunicar uma vantagem competitiva sustentável perante clientes e investidores. O curso abordará temas cruciais como Segmentação e Targeting, o desenvolvimento de uma Proposta de Valor (Posicionamento) e a criação de Estratégias de Comunicação eficazes. O objetivo é fornecer ferramentas analíticas e criativas para que os participantes possam articular o seu valor de forma diferenciada, garantindo a penetração e o crescimento exponencial no mercado.

Duração do estudo 1 Minutos
Anexos 0
Episódio 01: Resumo do Módulo 2
Grátis

Episódio 2.01: Resumo do Módulo 2 – A Essência do Marketing Estratégico



Este episódio introdutório define o Marketing como a função empresarial fundamental focada na criação e comunicação de valor para o cliente.



É apresentada a estrutura tripartida do processo de Marketing que será explorada em detalhe ao longo dos próximos episódios:



Análise de Mercado: Investigação e compreensão dos fatores externos e internos que influenciam a criação de valor.



Estratégia de Marketing: Utilização das análises para segmentar o mercado, selecionar o público-alvo mais relevante e definir o posicionamento mais competitivo para servir esses segmentos.



Táticas de Marketing: A fase de execução, onde a empresa cria, comunica e entrega o valor prometido aos clientes, assegurando a captura de uma parte desse valor sob a forma de receita.



O episódio estabelece o roteiro para o módulo, utilizando exemplos de startups da NOVA University Lisbon para ilustrar a aplicação prática destes conceitos.

Volume -
Avaliação Episódio 01

Este quiz aborda os três pilares ou macroprocessos que compõem o ciclo completo do Marketing Estratégico. Este ciclo é sequencial, começando com o entendimento do mercado, passando pela definição de como competir, e terminando com a execução do plano.

Questões 1
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 5/5
Nota total 5
Tentativas 0/3
Episódio 02: Análise de Mercado
Grátis

Episódio 2.02: Análise de Mercado – Os 5 Cs da Estratégia de Valor



Este episódio foca-se no primeiro e mais fundamental processo do Marketing Estratégico: a Análise de Mercado. Para desenvolver uma estratégia de entrada e crescimento bem-sucedida, é imperativo que o empreendedor compreenda o ecossistema que influencia a criação de valor.



A lição estrutura a investigação de mercado através da framework dos 5 Cs, dotando os formandos de uma metodologia sistemática para recolher insights cruciais:



Cliente (Customer): O ponto de partida. O foco é decifrar por que o cliente compra (o problema que está a ser resolvido) e como ele toma a decisão de compra (decision journey), desde o gatilho inicial até à fidelização.



Empresa (Company): Análise da proposta de valor interna e dos fatores que diferenciam o novo negócio (Ex: baixo custo, diferenciação, customização).



Concorrente (Competitor): Identificação e distinção entre concorrentes diretos (mesmo problema, solução semelhante, Ex: Toyota vs. Volkswagen) e indiretos (mesmo problema, solução diferente, Ex: Toyota vs. Uber).



Colaborador (Collaborator): Mapeamento do ecossistema de parceiros e stakeholders essenciais para a operação da empresa (Ex: fornecedores, distribuidores, App Stores).



Contexto (Context): Avaliação dos fatores macroambientais externos (Políticos, Económicos, Sociais, Tecnológicos, Legais e Ambientais – PESTEL) que podem influenciar a viabilidade do negócio.



Ao dominar a análise dos 5 Cs, o participante estará apto a gerar os insights necessários para a próxima fase: a criação da Estratégia de Marketing.



Recursos Complementares
Livro:
Kotler, P. & Keller, K. L. (2016), Marketing Management (15th Edition), Pearson, Global Edition.
• Chapter 1 - Defining Marketing for the 21st Century;
• Chapter 5 - Creating Customer Value, Satisfaction, and Loyalty;
• Chapter 6 - Analyzing Consumer Markets;
• Chapter 12 - Setting Product Strategy
Vídeos:
• Choice, happiness and spaghetti sauce | Malcolm Gladwell
• How to make choosing easier | Sheena Iyengar

Volume -
Avaliação Episódio 02: Análise de Mercado

Esta avaliação foca-se na compreensão da estrutura da Análise de Mercado através da framework dos 5 Cs (Customer, Company, Competitor, Collaborator e Context), essenciais para validar a estratégia de entrada no mercado. O teste verifica a capacidade de distinguir os elementos internos e externos desta análise.

Questões 4
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/20
Nota total 20
Tentativas 0/3
Episódio 03: Estratégia de Marketing
Grátis

Episódio 03: Estratégia de Marketing – Dominando o Ciclo STP



Este episódio aborda o segundo processo fundamental do Marketing: a Estratégia de Marketing. Utilizando os insights gerados pela Análise de Mercado (5 Cs), o foco passa a ser como definir a melhor forma de competir.



A lição explora a metodologia STP (Segmentação, Targeting e Posicionamento), a qual permite optimizar recursos e criar uma Proposta de Valor altamente diferenciada:



Segmentação (Segmentation): Reconhece que o público não é homogéneo e que o sucesso reside em agrupar clientes em segmentos que respondem de forma semelhante a uma oferta. O objetivo é evitar o extremo do "um produto para todos" ou da personalização individual.



Targeting (Seleção do Público-Alvo): Após a segmentação, procede-se à seleção dos segmentos com maior potencial, com base em critérios como tamanho, atratividade e alinhamento com os objetivos estratégicos da empresa.



Posicionamento (Positioning): A fase final, onde o objetivo é ocupar uma posição única e diferenciada na mente do público-alvo. O posicionamento de marca deve incluir quatro elementos cruciais:



Público-Alvo (Target Audience): Quem queremos servir.



Categoria de Referência: O mercado em que o produto compete.



Diferenciação: O benefício único que o produto oferece.



Prova (Proof): O atributo tangível que fundamenta essa diferenciação.



Ao final desta lição, os participantes estarão aptos a transformar os dados de mercado em decisões estratégicas claras, preparando o terreno para a fase de execução (Táticas de Marketing).

Volume -
Avaliação Episódio 03: Estratégia de Marketing

Esta avaliação foca-se na compreensão da Estratégia de Marketing, especificamente na metodologia STP (Segmentação, Targeting e Posicionamento). O teste verifica a capacidade de identificar os objetivos e os componentes chave de cada uma destas três fases estratégicas.

Questões 4
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/20
Nota total 20
Tentativas 0/3
Episódio 04: Táticas de Marketing
Grátis

Episódio 2.04: Táticas de Marketing – O Marketing-Mix



Visão Geral
Esta lição explora a transição da estratégia para a execução prática através das Táticas de Marketing. O foco central é o conceito de Marketing-Mix, o conjunto de ferramentas operacionais que permite a uma organização transformar o posicionamento estratégico em uma oferta concreta e valiosa para o mercado.



Objetivos de Aprendizagem
Ao final desta lição, você será capaz de:



Compreender a diferença fundamental entre estratégia (segmentação, targeting e posicionamento) e tática (Marketing-Mix).



Identificar e definir os componentes dos 4 P's: Produto, Promoção, Praça (Distribuição) e Preço.



Analisar como a consistência e a integração entre esses elementos determinam a atratividade de uma oferta.



Explicar o fluxo de criação, comunicação e entrega de valor ao cliente, e como a empresa captura valor de volta através da precificação.



Conceitos Centrais



A Natureza do Marketing-Mix: Diferente da estratégia, o mix de marketing não é um processo sequencial, mas sim um sistema integrado onde cada elemento deve reforçar os demais.



Criação e Entrega de Valor: O Produto (bem ou serviço) soluciona problemas do cliente; a Promoção comunica os benefícios; e a Praça garante a acessibilidade e conveniência do consumo.



Captura de Valor: O Preço é o mecanismo pelo qual a empresa retém uma parcela do valor gerado, garantindo a sustentabilidade do negócio.



Essência do Marketing: A lição reforça que o marketing é, primordialmente, a função organizacional focada na gestão do valor para o cliente.

Volume -
Avaliação Episódio 04 - Táticas de Marketing

Este guia de respostas foi elaborado para servir como chave de correção rápida para o Quiz do Episódio 2.04 (Táticas de Marketing). As respostas baseiam-se nas funções específicas de cada um dos 4 P's na criação e captura de valor.

Questões 4
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/20
Nota total 20
Tentativas 0/3
Módulo 3: Proposta de valor e análise de mercado
5 Peças | 0:25 Horas
Introdução ao Módulo 3
Grátis

Este módulo foca-se na construção de propostas de valor que realmente respondam às necessidades do mercado. Através de métodos como o Value Proposition Canvas, os participantes vão aprender a identificar os problemas e desejos dos clientes e a desenhar soluções que criem impacto e diferenciação.

Duração do estudo 25 Minutos
Anexos 0
Episódio 3.01: Proposta de Valor
Grátis

Episódio 3.01: O Conceito de Valor e a Proposta de Valor



Este episódio marca o início do Módulo 3, focando-se num dos pilares mais críticos do empreendedorismo: a Proposta de Valor. Mais do que uma simples descrição de produto, a proposta de valor é o que determina se uma ideia tem viabilidade económica e aceitação no mercado.



Visão Geral da Lição



A lição desconstrói a ambiguidade do termo "valor", definindo-o através da equação fundamental: Desempenho (Performance) / Custo. Os formandos aprenderão que criar valor não significa apenas adicionar funcionalidades, mas sim otimizar a percepção de benefício real pelo qual o cliente está disposto a pagar.



Objetivos de Aprendizagem



Ao final desta lição, os participantes serão capazes de:



Definir o conceito de valor sob a ótica do cliente, distinguindo benefícios reais de funcionalidades supérfluas (desperdício).



Identificar as três componentes fundamentais de uma proposta de valor: o Cliente (necessidade), Nós (oferta demonstrável) e os Outros (concorrência).



Estruturar uma proposta de valor concisa que articule quem é o público-alvo, qual a necessidade atendida e qual o diferencial competitivo da solução.



Conceitos Centrais



Valor Percebido: O valor só existe se for percebido e validado pelo cliente. Funcionalidades pelas quais o cliente não está disposto a pagar representam desperdício, não valor.



Dimensões de Valor: Exploração de formas inovadoras de oferecer valor, como a redução de risco (garantias), melhoria de usabilidade (interfaces disruptivas) ou democratização do acesso (economia de partilha).



Análise dos "Outros": Desmitificação da ideia de que "não existe concorrência". A proposta de valor deve ser construída com o pleno entendimento de que o cliente sempre tem alternativas (diretas ou indiretas).



Demonstrabilidade: A importância de que os benefícios prometidos na proposta de valor sejam reais e facilmente demonstráveis para gerar confiança no mercado.



Ao dominar estes conceitos, o empreendedor estará preparado para posicionar o seu negócio — seja uma plataforma como a Arrendou em Moçambique ou qualquer outra solução inovadora — de forma estratégica e orientada para as necessidades reais do mercado.

Volume -
Episódio 3.02: Lean Start-up
Grátis

Episódio 3.02: Metodologia Lean Startup e Minimização de Desperdício



Nesta lição, exploramos a filosofia Lean Startup, uma abordagem revolucionária que aplica os princípios da gestão "enxuta" ao ecossistema das novas empresas. O foco central é a criação de negócios sustentáveis num cenário de incerteza extrema, onde o maior risco não é falhar na construção do produto, mas construir algo que ninguém deseja.



Visão Geral da Lição



A metodologia Lean baseia-se na redução sistemática de desperdício — definido como qualquer recurso (tempo, dinheiro ou esforço) gasto em funcionalidades que não geram valor percebido pelo cliente. A lição detalha como substituir a intuição do empreendedor por um processo científico de experimentação e aprendizagem validada.



Objetivos de Aprendizagem



Ao final desta lição, os participantes serão capazes de:



Compreender a filosofia Lean: Identificar os tipos de desperdício em startups, com foco especial no "sobreprocessamento".



Dominar o Ciclo Construir-Medir-Aprender: Aplicar o loop de feedback fundamental que guia o desenvolvimento contínuo do produto.



Diferenciar "Pivô" de "Preservar": Avaliar métricas reais para decidir se deve manter a estratégia atual ou alterar fundamentalmente o rumo do negócio.



Implementar o conceito de MVP: Projetar Versões Mínimas Viáveis para testar hipóteses de negócio com o menor investimento possível.



Conceitos Centrais



Aprendizagem Validada (Validated Learning): O progresso numa startup não é medido por linhas de código ou planos de negócio, mas pelo que se aprendeu sobre as necessidades reais dos clientes através de dados empíricos.



MVP (Produto Mínimo Viável): A versão mais simples de um produto que permite completar o ciclo Construir-Medir-Aprender com o mínimo esforço. O exemplo da Zappos ilustra como validar a procura antes de escalar a operação.



Pivô (Pivot): Uma correção estruturada de percurso projetada para testar uma nova hipótese fundamental sobre o produto, estratégia ou motor de crescimento.



Early Adopters: Identificação e foco nos clientes visionários que estão dispostos a utilizar produtos em fase inicial e fornecer o feedback crítico necessário para o aperfeiçoamento da solução.



Esta abordagem é vital para plataformas de serviços e tecnologia que operam em mercados dinâmicos, garantindo que o crescimento seja orgânico, eficiente e, acima de tudo, validado pelo mercado real.



Recursos Complementares
Leitura:
• Croll, Alistair ; Yoskovitz, Benjamin (2013), Lean Analytics: Use Data to Build a Better Startup Faster, O’Reilly
• Ries, Eric (2001) Lean Startup - How Today's Entrepreneurs Use Continuous Innovation to Create Radically Successful Businesses, Prime Books
• Exemplos de Minimum Viable Products
Vídeos:
• Minimum Viable product
• Lean startup

Volume -
Episódio 3.03: Análise de mercado top down e bottom up
Grátis

Episódio 3.03: Dimensionamento e Análise de Mercado (Top-Down vs. Bottom-Up)



Esta lição aborda um dos pilares críticos para a sobrevivência de qualquer startup: a compreensão profunda do mercado. Num contexto de incerteza, quantificar o mercado não é apenas um exercício financeiro, mas uma ferramenta de validação estratégica para garantir que a solução proposta resolve uma necessidade real e escalável.



Visão Geral da Lição



A lição explora as metodologias para estimar o tamanho do mercado e as dinâmicas de crescimento. Discute-se a importância de distinguir entre o "mundo ideal" e a "realidade imediata" da startup, além de fornecer ferramentas práticas para a recolha de dados e alinhamento entre as expectativas do cliente e o desenvolvimento técnico do produto.



Objetivos de Aprendizagem



Ao final desta lição, os participantes serão capazes de:



Diferenciar Níveis de Mercado: Compreender as métricas de dimensionamento, desde o TAM (Mercado Total Endereçável) até ao mercado útil e alcançável a curto prazo.



Aplicar Abordagens de Estimativa: Dominar a técnica Top-Down (análise macro para micro) e a técnica Bottom-Up (baseada na capacidade específica de venda e capilaridade), identificando qual a mais eficaz para startups.



Gerir Dados Primários e Secundários: Utilizar fontes existentes (como institutos de estatística e tendências de busca) e métodos diretos (entrevistas e inquéritos) de forma complementar.



Integrar Engenharia e Mercado: Conhecer a metodologia QFD (Quality Function Deployment) para garantir que as características técnicas do produto correspondem exatamente aos requisitos dos clientes.



Conceitos Centrais



TAM e Mercado Útil: A distinção entre o potencial máximo teórico e a fração do mercado que a startup consegue servir imediatamente dadas as restrições geográficas e de recursos.



Top-Down vs. Bottom-Up: Enquanto a visão top-down parte de estatísticas globais, o bottom-up é frequentemente mais credível para investidores, pois baseia-se em dados operacionais concretos (ex: quantos imóveis ou clientes podemos listar em Maputo hoje?).



A Casa da Qualidade (QFD): Uma ferramenta de planeamento que traduz a "voz do cliente" em especificações técnicas, evitando que a equipa desenvolva funcionalidades tecnicamente perfeitas, mas comercialmente irrelevantes.



Dinâmica de Mercado: A análise de tendências demográficas, sociais e tecnológicas que determinam se o mercado está em expansão ou contração.



Com este conhecimento, a startup torna-se capaz de construir um caso de negócio robusto, minimizando o risco de investir num mercado inexistente ou estagnado.



Recursos Complementares
Leitura:
• Market size
• Bottom up top down market estimation
Vídeos:
• Total Addressable Market
• Top down market estimation
• Bottom up market estimation

Volume -
Avaliação Módulo 3: Proposta de valor e análise de mercado

Este guia de correção apresenta as opções corretas para a Avaliação do Módulo 3. O conteúdo aborda os pilares da metodologia Lean Startup, a definição de Proposta de Valor e as técnicas de dimensionamento e pesquisa de mercado (TAM, Top-Down, Bottom-Up e tipos de dados).

Questões 13
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/13
Nota total 13
Tentativas 0/3
Módulo 4: Plano de negócio e financiamento a Start-ups
7 Peças | 0:30 Horas
Introdução ao Módulo 4
Grátis

Neste módulo, os participantes aprenderão a estruturar um plano de negócios robusto, essencial para orientar o crescimento de uma startup. Além disso, serão exploradas fontes de financiamento e estratégias para atrair investidores, incluindo a preparação de documentos financeiros e apresentações persuasivas.

Duração do estudo 30 Minutos
Anexos 0
Episódio 4.01: Plano de negócios que os investidores quererão ler
Grátis

Nesta lição, desmistificamos o papel do plano de negócios (Business Plan), abordando-o não como um mero documento formal, mas como uma poderosa ferramenta de comunicação estratégica entre o empreendedor e o investidor. Exploramos a lacuna de percepção entre quem busca fundos e quem investe, focando no que realmente torna um projeto "investível".



Objetivos de Aprendizagem:



Compreender a Perspectiva do Investidor: Entender que o objetivo primordial do investidor é a valorização do capital através de propostas com alto impacto e escalabilidade.



Dominar a Estrutura do Sumário Executivo: Aprender a sintetizar a inovação, o mercado-alvo e a vantagem competitiva em uma narrativa densa e direta de uma página.



Identificar Pilares de Valor: Relacionar inovação, proposta de valor e mercado-alvo de forma coerente e fundamentada.



Priorizar a Execução e a Equipe: Reconhecer que investidores não investem apenas em planos, mas em pessoas capazes de executar a visão apresentada.



Conceitos Centrais:



Proposta de Valor e Impacto: A solução deve resolver problemas reais em mercados de dimensão relevante para permitir retornos financeiros significativos.



Vantagem Competitiva: Clareza sobre por que a sua solução é superior à concorrência e como ela se protege no mercado.



Viabilidade Operacional e Financeira: Demonstração clara de como o modelo de negócio gera receita (quem paga e como o dinheiro entra).



A Primazia da Equipe: A qualidade e as competências técnicas, comerciais e financeiras da equipe como o maior ativo de proteção contra a concorrência e garantia de execução.



Ideal para empreendedores que desejam transformar ideias em propostas de investimento sólidas e atraentes para o ecossistema de capital de risco.

Volume -
Episódio 4.01: Plano de negócios que os investidores quererão ler

Esta análise fornece as respostas corretas para o Quiz do Episódio 4.01, focando nos critérios de avaliação de investidores e na estrutura ideal de um plano de negócios conforme apresentado na lição.

Questões 5
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/15
Nota total 15
Tentativas 0/3
Episódio 4.02: Ciclo do dinheiro e modelos de negócio
Grátis

Nesta lição, exploramos a responsabilidade fundamental do CEO de uma startup: a gestão da sobrevivência financeira e a eficiência do capital. O foco recai sobre estratégias para minimizar o consumo de recursos externos e otimizar o fluxo de caixa através do design inteligente do modelo de negócio.



Objetivos de Aprendizagem:



Gestão de Recursos Escassos: Compreender por que o capital é o recurso mais crítico e como a filosofia de "não gastar" (evitar a incorporação precoce e despesas fixas desnecessárias) protege a vantagem competitiva.



Estratégias de Bootstrapping: Analisar os benefícios de financiar o desenvolvimento do produto através de vendas iniciais, permitindo a validação real da proposta de valor e a evolução do produto com base no feedback direto do cliente.



Otimização do Ciclo de Caixa (Cash Cycle): Diferenciar ciclos de caixa desfavoráveis (comuns em produtos físicos) de modelos invertidos (como o da Amazon ou modelos de subscrição), onde o recebimento ocorre antes do pagamento a fornecedores.



Parcerias Estratégicas com Stakeholders: Avaliar os prós e contras de aceitar investimento de clientes e fornecedores, equilibrando o selo de credibilidade com o risco de perda de autonomia e conflitos de interesse.



Conceitos Centrais:



Bootstrapping: Desenvolvimento e crescimento financiados pela própria receita.



Incubação: Uso de infraestruturas externas para reduzir custos operacionais iniciais.



Ciclo de Caixa: O diferencial temporal entre pagamentos e recebimentos e o seu impacto na necessidade de capital.



Validação Comercial: A importância do cliente como investidor e validador da tecnologia.

Volume -
Episódio 4.02: Ciclo do dinheiro e modelos de negócio

Esta avaliação tem como objetivo validar a compreensão dos alunos sobre a gestão de liquidez e a eficiência de capital em startups. Os temas abordados são fundamentais para garantir que o projeto não falte com o seu recurso mais crítico: o dinheiro.

Questões 7
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/21
Nota total 21
Tentativas 0/2
Episódio 4.03: Tipos de financiamento a Start-ups
Grátis

Esta lição explora as diversas fontes de capital disponíveis para empreendedores ao longo da jornada de crescimento de uma startup, com foco especial na superação do período de perdas operacionais conhecido como a "Curva em J". O conteúdo detalha como a credibilidade atua como o recurso mais valioso do fundador para atrair o investimento necessário à sobrevivência e escala do negócio.



Objetivos de Aprendizagem:



Identificar as Fontes de Capital: Compreender a transição entre o financiamento por fundadores (4 F's), fundos de pesquisa (I&D), plataformas de crowdfunding e investidores profissionais.



Analisar o Papel da Credibilidade: Reconhecer como a prova de conceito, a dedicação da equipa e a validação por clientes constroem a confiança necessária para rondas de investimento mais elevadas.



Avaliar o Custo do Capital: Diferenciar o financiamento que exige a entrega de capital próprio (equity) de modelos não dilutivos ou baseados em recompensas.



Entender a Dinâmica Bancária vs. Risco: Compreender por que o financiamento bancário tradicional raramente é adequado para startups em fase de prejuízo operacional e quando ele se torna uma opção viável.



Conceitos Centrais:



A Jornada do Financiamento: Do Self-funding e Friends, Family and Fools até ao capital profissional.



Crowdfunding de Recompensa: Uma ferramenta estratégica para vender produtos antes de existirem, invertendo o ciclo de tesouraria.



Business Angels: O valor do "Smart Money" — investidores individuais que trazem mentoria e redes de contacto além do capital.



Venture Capital: O papel dos investidores profissionais e a importância de focar no valor final da empresa em vez de apenas na percentagem de detenção.



Esta lição é fundamental para fundadores que, como os da Arrendou, precisam de desenhar uma estratégia de capital que suporte o desenvolvimento tecnológico e a penetração de mercado sem comprometer a visão de longo prazo da empresa.

Volume -
Avaliação Episódio 4.03: Tipos de financiamento a Start-ups

Este quiz avalia o conhecimento sobre o ciclo de vida financeiro de uma startup, identificando fontes de capital, a importância da confiança dos investidores e a viabilidade de diferentes modelos de crédito.

Questões 6
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/18
Nota total 18
Tentativas 0/3
Módulo 5: Propriedade intelectual e criação de empresas
5 Peças | 0:20 Horas
Introdução ao Módulo 5
Grátis

Este módulo apresenta os principais conceitos jurídicos aplicáveis ao empreendedorismo, incluindo os tipos de entidades legais, contratos, e proteção da propriedade intelectual. Os participantes entenderão como proteger as suas ideias e garantir conformidade legal no desenvolvimento dos seus projetos.

Duração do estudo 20 Minutos
Anexos 0
Episódio 5.01: Aspetos legais na criação de uma empresa
Grátis

Esta lição explora a transição crítica de um projeto informal para uma estrutura de negócio formalizada. Através de uma análise jurídica e estratégica, abordamos a distinção entre o conceito genérico de "empresa" e a figura jurídica da "sociedade comercial", fornecendo aos empreendedores as ferramentas necessárias para decidir o momento e a forma ideal de institucionalizar os seus projetos.



🎯 Objetivos de Aprendizagem



Diferenciar organização de capital e trabalho (empresa) de entidades jurídicas autónomas (sociedades comerciais).



Compreender o conceito de personalidade jurídica e a autonomia patrimonial.



Avaliar as vantagens e responsabilidades da responsabilidade limitada.



Identificar os mecanismos de governação e a importância dos acordos de fundadores (pactos sociais e acordos parassociais).



Determinar o momento estratégico para a constituição formal da sociedade.



🧠 Conceitos Centrais



1. A Sociedade Comercial como Pessoa Coletiva



Diferente dos seus fundadores, a sociedade comercial é uma "pessoa jurídica" autónoma. Ela possui património próprio, pode celebrar contratos, contratar funcionários e assumir obrigações legais e fiscais de forma independente dos sócios.



2. Responsabilidade Limitada e Estímulo ao Risco



Um dos pilares do empreendedorismo moderno é a separação de bens. Na maioria das sociedades (como as Sociedades por Quotas), a responsabilidade dos sócios é limitada ao capital social, protegendo o património pessoal contra riscos inerentes à atividade comercial.



3. Estruturação de Capital e Poder



A lição discute a importância de definir como o poder de decisão e o capital são distribuídos. Aborda-se o risco de estruturas de igualdade absoluta (50/50), que podem levar a impasses (deadlocks), e a necessidade de prever a entrada de futuros investidores.



4. Formalização: Da Confiança ao Documento Escrito



Embora a confiança seja a base de qualquer parceria, a lição enfatiza que o tempo e as circunstâncias mudam as expectativas. A utilização de Acordos de Intenções ou Acordos Parassociais é recomendada para antecipar conflitos, regular a saída de sócios ("free rider problem") e garantir a continuidade do projeto.

Volume -
Avaliação Episódio 5.01 - Aspetos legais na criação de uma empresa

Esta avaliação testa o conhecimento do empreendedor sobre a estruturação jurídica de um novo negócio. O foco principal é entender a importância da formalização e os mecanismos de proteção que uma sociedade comercial oferece aos seus promotores.

Questões 7
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/21
Nota total 21
Tentativas 0/3
Episódio 5.02: Princípios base de propriedade intelectual.
Grátis

Esta lição oferece uma visão abrangente sobre os mecanismos de proteção das criações humanas, dividindo-se entre a Propriedade Industrial e os Direitos de Autor. O foco principal recai sobre os ativos mais relevantes para projetos tecnológicos e de serviços: as Marcas e as Patentes. O objetivo é dotar o empreendedor de conhecimentos estratégicos para salvaguardar o valor da sua inovação e garantir a "liberdade de operar" em diferentes mercados.



🎯 Objetivos de Aprendizagem



Distinguir entre Propriedade Industrial (marcas, patentes, desenhos) e Direitos de Autor (obras artísticas e literárias).



Compreender o processo de registo de marcas e os critérios de distintividade.



Identificar os requisitos de patenteabilidade: novidade, atividade inventiva e aplicação industrial.



Aprender a realizar pesquisas no "estado da arte" para validar a viabilidade de uma proteção.



Reconhecer a importância da confidencialidade e do timing nos pedidos de proteção industrial.



🧠 Conceitos Centrais



1. Marcas: O Sinal Distintivo



A marca é o ADN da empresa no mercado. A lição explica que uma marca deve ser capaz de distinguir produtos e serviços de outros já existentes, evitando termos genéricos (ex: "Sapatos") ou enganosos. É ressaltada a necessidade de verificar classes de proteção e a existência de registos prévios.



2. Patentes: Proteção da Invenção Técnica



Diferente das marcas, as patentes protegem soluções técnicas. Para que uma invenção seja patenteável, ela não pode ser óbvia para um perito na área e deve ser inédita mundialmente. A lição destaca que qualquer divulgação pública prévia (mesmo científica) pode destruir o requisito de "novidade".



3. O Estado da Arte e Pesquisa



Antes de avançar com um pedido, é crucial investigar o que já foi tornado público. Bases de dados como o INPI, Google Patents ou SpaceNet são ferramentas essenciais para avaliar se a inovação é realmente nova ou se já faz parte do conhecimento comum.



4. Territorialidade e Prioridade



Os direitos de propriedade industrial são territoriais (ex: um registo em Moçambique não protege automaticamente em Portugal). Além disso, a data do pedido estabelece a "prioridade", sendo um marco temporal decisivo em caso de conflitos com outros inventores.

Volume -
Avaliação Episódio 5.02: Princípios base de propriedade intelectual

O questionário explora os limites e requisitos da Propriedade Intelectual. Destaca que a PI abrange tanto criações industriais como artísticas (não apenas científicas) e que existem restrições severas para o registo de marcas (não se pode registar termos genéricos ou ofensivos). Nas patentes, reforça-se que não basta ter uma "ideia" e "aplicabilidade industrial"; é obrigatório possuir uma atividade inventiva que não seja óbvia para um perito, além de manter o sigilo absoluto antes do depósito para não destruir a "novidade" da invenção.

Questões 5
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/20
Nota total 20
Tentativas 0/3
Módulo 6: Storytelling e como fazer um pitch
5 Peças | 0:10 Horas
Introdução ao módulo 6
Grátis

O último módulo centra-se na arte de apresentar ideias de forma clara, convincente e memorável. Os participantes vão preparar e praticar o seu pitch final, com feedback especializado, para comunicar eficazmente o valor dos seus projetos perante potenciais investidores, parceiros ou júris.

Duração do estudo 10 Minutos
Anexos 0
Episódio 6.01: O que é um "elevator pitch" e para que serve?
Grátis

O Elevator Pitch é a ferramenta de comunicação mais crítica no arsenal de um empreendedor. Esta lição desmistifica o conceito, focando na sua finalidade primária: não a de fechar um negócio imediatamente, mas a de despertar um interesse tão profundo que garanta uma segunda reunião. Exploramos como adaptar esta narrativa concisa para diferentes públicos — investidores, parceiros ou clientes — mantendo sempre a clareza e a atratividade.



🎯 Objetivos de Aprendizagem



Definir o conceito de Elevator Pitch e identificar o seu objetivo estratégico.



Adaptar a mensagem de acordo com o perfil da audiência (Investidores vs. Parceiros vs. Clientes).



Estruturar o conteúdo do pitch utilizando a fórmula dos 6 W's e 2 H's.



Demonstrar credibilidade e capacidade técnica através da apresentação da equipa.



Comunicar a escalabilidade e o modelo de monetização de forma sucinta.



🧠 Conceitos Centrais



1. A Intenção Estratégica



O pitch é o "gancho" inicial. O seu sucesso é medido pela capacidade de captar a atenção e converter um encontro casual num compromisso formal (uma visita ao website, uma reunião de acompanhamento ou um pedido de deck completo).



2. A Estrutura de Conteúdo (6 W's e 2 H's)



Para garantir que nenhuma informação vital seja omitida, utilizamos um roteiro mental baseado em perguntas fundamentais:



Why (Porquê): O problema de mercado que a solução resolve.



What (O quê): As características centrais do produto/serviço.



Which (Qual): O mercado-alvo, dimensão e perfil do consumidor.



Where & When (Onde e Quando): O roadmap de desenvolvimento e marcos geográficos.



Who (Quem): A equipa, as suas credenciais e o seu compromisso.



How & How Much (Como e Quanto): O modelo de negócio e os indicadores financeiros chave.



3. A Importância da Equipa



Investidores investem em pessoas. A lição enfatiza que a resposta ao "Who" é muitas vezes o fator decisivo, pois demonstra a capacidade de execução e a resiliência necessárias para gerir o capital investido.

Volume -
Avaliação Episódio 6.01 - O que é um "elevator pitch" e para que serve?

O questionário reforça que o Elevator Pitch é uma ferramenta de comunicação ágil e flexível. O seu objetivo principal não é esgotar o tema, mas sim servir de "isco" para abrir portas. A metodologia sugerida (6 Ws e 2 Hs) serve como um roteiro para garantir que pontos vitais — como o cronograma (When), a equipa e o modelo de negócio — sejam abordados, mas a sequência deve ser sempre adaptada para contar a história mais impactante para cada tipo de interlocutor.

Questões 6
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/18
Nota total 18
Tentativas 0/3
Episódio 6.02: Dicas para criar um bom "elevator pitch"

Mais do que apenas transmitir informações, um bom pitch deve ser capaz de contar uma história. Esta lição foca-se nas melhores práticas de comunicação e storytelling para garantir que a sua ideia de negócio seja memorável. Exploramos técnicas para captar a atenção desde o primeiro segundo e como manter a fluidez narrativa, assegurando que a mensagem seja personalizada e eficaz para qualquer interlocutor.



🎯 Objetivos de Aprendizagem



Aplicar técnicas de storytelling para humanizar a informação e facilitar a compreensão.



Criar aberturas de alto impacto utilizando perguntas retóricas, imagens mentais ou dados surpreendentes.



Dominar a "Regra de Ouro dos 8 C's" para refinar a qualidade da apresentação.



Personalizar o discurso com base nos interesses e motivações da audiência.



Praticar a transição fluida entre os diferentes blocos de informação do roteiro.



🧠 Conceitos Centrais



1. O Poder do Storytelling



O cérebro humano está programado para reter histórias, não apenas dados soltos. A lição ensina a construir um "fio condutor" que une o problema à solução de forma lógica e emocional, tornando a apresentação orgânica e menos mecânica.



2. Aberturas de Impacto (The Hook)



Os primeiros segundos são decisivos. Estratégias como começar pelo objetivo final (a realidade que a empresa quer criar) ou utilizar uma frase surpreendente são fundamentais para garantir que o público não se desligue.



3. A Regra dos 8 C's



Para que um pitch seja considerado "ótimo", ele deve cumprir oito requisitos fundamentais:



Conciso: Apenas o essencial.



Claro: Linguagem simples, sem jargões técnicos desnecessários.



Credível: Demonstrar capacidade de execução.



Convincente: Provar o valor da ideia.



Conceptual: Transmitir a essência do negócio.



Customizado: Adaptado à audiência específica.



Consistente: Alinhado com a visão da empresa.



Conversacional: Focado em abrir um diálogo, não apenas um monólogo.



4. Teste e Iteração



A lição reforça que o pitch é um documento vivo. Escrever o guião é apenas o início; o sucesso vem de testar o discurso com diferentes públicos e ajustar a comunicação com base no feedback recebido.



Recursos Complementares
Livro:
• Guy Kawasaki (2012): Enchantment: The Art of Changing Hearts, Minds, and Actions, Portfolio Penguin editions.
• 6 dicas para um bom "video pitch"
Vídeo:
• Entrevista a Guy Kawasaki sobre o livro Enchantment: The Art of Changing Hearts, Minds, and Actions.
• Como grandes líderes inspiram à ação de Simon Sinek.

Volume -
Avaliação Episódio 6.02: Dicas para criar um bom "elevator pitch"

Este quiz valida a compreensão sobre as técnicas de storytelling, a adaptação do discurso à audiência e a aplicação da regra dos 8 C's para a criação de um pitch de alta performance.

Questões 5
Duração 30 Minutos
Nota de aprovação 10/20
Nota total 20
Tentativas 0/3
Parabéns pela tua Conquista
1 Peças | 0:01 Horas
Chegamos ao fim deste curso
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Duração do estudo 1 Minutos
Anexos 0
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Especificações do curso

Seções
8
Lições
43
Capacidade
Ilimitado
Duração
30:00 Horas
Alunos
2
Data de criação
9 dez 2025
Data atualizada
1 jan 2026
Universidade NOVA de Lisboa
Universidade NOVA de Lisboa

NOVA: Excelência, Investigação e Serviço à CPLP.

Membro Dedicado
Fornecedor Júnior
Vendedor Premium
Convidado
Suzana de Carvalho
Suzana de Carvalho

Professora do Departamento de Sociologia

Membro Dedicado
Convidado
António Marinho Torres
António Marinho Torres

Professor de Marketing Global

Membro Dedicado
Convidado
Prof. Rogério Salema de Araújo Puga Leal
Prof. Rogério Salema de Araújo Puga Leal

Professor de Sistemas de Gestão

Membro Dedicado
Convidado
Prof. Paulo Soares de Pinho
Prof. Paulo Soares de Pinho

Especialista em Finanças Corporativas

Membro Dedicado
Convidado
Sérgio Coimbra Henriques
Sérgio Coimbra Henriques

Direito, Fintech e Propriedade

Membro Dedicado
Convidado
Ana Sofia Esteves
Ana Sofia Esteves

Inovação, Design & Impacto

Membro Dedicado
Convidado
Pedro Neves
Pedro Neves

Professor de Comportamento Organizacional

Membro Dedicado

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